No Fio do Azeite

No Fio do Azeite


SEXTA 4 de Outubro | 22h

Cine-Teatro Garrett


A Algures, Colectivo de Criação – Lisboa / Portugal

Sinopse:

Um músico está no palco a ensaiar. Toca o telefone e do outro lado é urgente ir buscar a filha Olívia à escola: há greve de professores. Começa a viagem para ir buscar a filha. O céu adquire uma cor vermelha de pôr-do-sol constante. E de repente tudo parou. Começa uma viagem que o faz regredir ao tempo em que se escondia num imenso olival. Agora sim, as músicas são novamente urgentes!

Ficha técnica:

Criação, composição e interpretação: CARLOS MARQUES 

Apoio à criação: SUSANA CECÍLIO 

Texto: JORGE PALINHOS 

Vídeo de Cena: RODOLFO PIMENTA 

Desenho de Luz: PEDRO BILOU 

Dispositivo Cénico: CARLOS MARQUES e SUSANA CECÍLIO 

Voz off: ANA MARQUES 

Operação técnica: MANUEL ABRANTES 

Carpintaria: JOSÉ MANECAS

Fotografia de Cena: MUNICÍPIO DE MONTEMOR-O-NOVO 

Produção: ALEXANDRA JESUS e DANIEL DOS REIS NUNES

Classificação Etária: M/12

Duração: 75min

A Algures, Colectivo Teatral:

A ALGURES é uma associação sem fins lucrativos, fundada com o objetivo de dar suporte aos artistas associados. A singularidade de cada um dos seus colaboradores traduz-se numa identidade multifacetada: espetáculos de teatro, formações, mediação cultural, programação e trabalho com a comunidade são os eixos de atuação principais, nos quais a formação de públicos é também uma preocupação.

Desde 2013 que a ALGURES se assume, primordialmente, como entidade de criação e de programação de espetáculos e de objetos transdisciplinares na área do teatro, narração oral, spoken word, música e de mediação cultural.

​Através dos seus criadores mais ativos (Susana Cecílio e Carlos Marques) a ALGURES desdobra-se em projetos de criação de cariz interventivo que visam a reflexão sobre a vida contemporânea, utilizando suportes e linguagens diversificadas, como o teatro narrativo, o teatro físico, o clown e a música. Nos últimos anos tem arriscado a criação de uma dramaturgia para a cena, recorrendo a alguns dramaturgos contemporâneos.

Entre 2008 e 2012 a sua principal atividade incidiu na área da formação artística, gerindo o Espaço Evoé (escola de teatro, dança e música) e na investigação teatral, desenvolvendo trabalhos sobre a palavra, o corpo e a narração.

O trabalho com as diversas comunidades é outra das vertentes da estrutura, nomeadamente através das parcerias com o Município de Montemor-o-Novo, nomeadamente na concepção do FESTIVAL DA PALAVRA / Festa dos Contos (desde 2009) e desde 2011 na programação e planificação estratégica de eventos.

​Ao longo do seu percurso tem obtido inúmeros apoios para os seus projetos, através dos seus colaboradores, nomeadamente de instituições como a Fundação Calouste Gulbenkian, a Câmara Municipal de Montemor-o-Novo, a Fundação José Saramago ou do Ministério da Cultura, e parcerias com outras estruturas culturais.

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