É-Aqui-in-Ócio – Programa Completo

Foto-Perfil

23 de Setembro – 21h30

Abertura do Festival:

Sala dos Atos – Cine-Teatro Garret

Inauguração da Exposição de Fotografia – O Outro Lado*

Porto de Honra

Espaço Sonoro por DJ Zuki

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Dia 26 de Setembro – 22h

Cine-Teatro Garrett

Repórter X- O Rapto do Sr. Eng.

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Por: Atitudes (Porto – PT)

Texto e Encenação: Óscar Branco

Duração: 90 minutos

Classificação Etária: M/12

Ficha Técnica:

Com: Óscar branco, Jorge Paupério, Ângela Marques, Maria Alves.

Piano: Gonçalo Vasquez

Sinopse:

Onde pára o Sr. Engenheiro?

A notícia é destaque nas primeiras páginas dos jornais e abre todos os noticiários:“Depois de perseguição e forte tiroteio, o Sr. Engenheiro desaparece misteriosamente não se sabendo do seu paradeiro…” Nas ruas, cafés, transportes públicos, gabinetes ministeriais, todos especulam sobre os suspeitos do costume. Quem estará por trás desta verdadeira tragédia nacional? Máfias do leste? Terrorismo internacional? Ajuste de contas por um empresário rival?

As forças policiais, apoiadas pela Interpol e serviços secretos, vêm-se impotentes para desvendar o mistério. Farejando a notícia, o Repórter X, segue a pista de um repositor de supermercado, bígamo e de moral duvidosa, revelando o mais insólito caso de que há memoria, numa aventura que recria o ambiente de Chicago dos anos 30… em plena cidade do Porto Repórter X – O Rapto do Sr. Engenheiro é a garantia de aventura, acção, suspense e muita gargalhada.

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Dia 27 de Setembro – 22h

Cine-Teatro Garrett

Solo por Esta Noche

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Por: Ava Producciones (Chile)

Director Criativo: Júlio Vargas

Classificação Etária: M/12

Com: Julio Vargas (Autor y Actor), Mariana Marino, Wilma Gonzalez, Nicolás Torres.

Sinopse:

Carlos deve receber Sofia, uma afilhada da sua mãe que vem do campo e a quem não vê há muitos anos. Carlos pensa que será um aborrecimento, mas quando a vê apaixona-se de imediato pedindo-lhe que fiquem juntos essa noite. Ela nega-se e Carlos não encontra nada melhor que dizer-lhe que é gay, para que ela não tenha medo de ficar com ele. Tudo se complica um pouco mais quando chega o melhor amigo de Carlos, Benjamín que deve fazer de conta que é o noivo de Carlos para dar crédito à sua mentira. Sofia convida também uma amiga para participar neste encontro, e Benjamim enamora-se por ela mal a vê, tornando ainda mais caótica toda a situação.

“Sólo por esta noche” é uma divertida comédia de enredos, encontros e desencontros que promete um bom divertimento e terá um final que a todos surpreenderá.

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Dia 28 de Setembro – 17h

Cine-Teatro Garrett

Histórias de Trapos e Outros Panos

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Por: Teatro da Marca Branca

Textos e Encenação de Nuno Preto e Ricardo Alves

Classificação Etária: M/6

Interpretação: Teresa Alpendurada

Músicas originais de Sérgio Carvalho

Produção executiva Adelaide Barreiro

Sinopse:

Histórias de trapos e outros panos é um espectáculo de fantoches para todas as idades, tendo por base o tradicional roberto e conta pequenas historias sobre as personagens tradicionais do imaginário infantil.

É uma história com bruxas, com moscas gigantes, magias e príncipes encantados. Histórias de fim feliz.

Mas este conto inexplicável construído à distância não começou assim. Querem saber como foi? Então eu conto.

E o resto é ver.

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3 de Outubro – 22h

Cine-Teatro Garrett

Caso Hamlet

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Por: Peripécia Teatro

Criação e Interpretação: Angel Frágua, Noélia Domínguez e Sérgio Agostinho

Classificação Etária: M/12

Duração Aproximada: 90 min.

Sinopse:

Esta criação surge da nossa gana (e também da sugestão de espectadores) de abordar um clássico do Teatro Universal. Para não estarmos com meias-medidas, decidimos começar por aquele que é considerado o maior dramaturgo clássico: Shakespeare.

E para continuar sem meias tintas, começamos pela sua mais longa, enigmática e controversa peça: Hamlet.

Caso Hamlet, marca assim a estreia da Peripécia Teatro na abordagem de um texto clássico e procura transmitir, com humor, poesia e pujança cénica, um Hamlet essencial, apesar de desconstruído; misterioso, apesar de desmistificado. Em Caso Hamlet é explorada uma narrativa vigorosa que se agita entre o thriller policial e a tragédia. O espectador irá testemunhar a trama e os conflitos centrais da peça, através de uma linguagem onde se prezará a genuinidade e força criativa enredadas com os versos e a universalidade do Teatro de Shakespeare.

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4 de Outubro – 22 horas

Cine-Teatro Garrett

Uma Pequena História do Mundo

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Por: ESTE – Estação Teatral

Dramaturgia e Encenação: Nuno Pino Custódio

Com: Roberto Querido e Tiago Poiares

Classificação Etária: M/12

Duração aproximada: 65 min.

Sinopse:

Quando Pat O’Donnell, sentado no chão, descamisado e com a gravata à banda, atira um maço de notas ao ar e tomba redondo para trás com um copo vazio na mão e Toni Zito reconhece que para se vencer na vida há que ter a cabeça, os músculos e a coragem do patrão… que está ali deitado no chão, ficamos a saber que há uma pequena história do mundo que todos conhecem e que ainda assim precisa de ser contada.

A Estação Teatral explora cada vez mais o espaço, a plasticidade dos corpos em acção no espaço, a arte da encenação, e a linguagem da sua “ideia de teatro”: a centralidade do trabalho do actor, a totalidade da sua expressão, a síntese, o desdobramento, o encontro e a convicção de que o teatro enquanto manifestação do humano, mais do que nunca, é cada vez mais necessário.

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Programa Paralelo:

A partir de 23 de Setembro

Sala dos Atos – Cine-Teatro Garrett

Exposição de Fotografia – O Outro Lado

por Rui Gonçalves

Notas Biográficas do Autor:

Rui Gonçalves nasce em 1975 no seio de uma família de fotógrafos.
Desde muito cedo começou a interessar-se pelo mundo das imagens, passando pela fotografia analógica até ao suporte digital, forma de registo na actualidade.

Começou aos 16 anos a ingressar na equipa de fotógrafos de casamentos do seu pai como segundo câmara, e desde essa altura começa uma nova paixão no desenvolvimento de técnicas e criação de imagens criativas em fotografia e vídeo de cerimónia, tornando-se fotógrafo profissional.

Em 2007 juntamente com o seu pai desenvolvem um projecto a dois na criação de Workshops de fotografia e vídeo, desenvolvendo várias técnicas e abordagens diferentes de fotografar.

No ano de 2009 abre o seu próprio atelier, orientado para a reportagem de casamentos, fotografia social e workshops. Coordenando uma equipa de fotógrafos, videografos e editores de imagem e vídeo.
Rui Gonçalves é Fotógrafo profissional membro da APPImagem, Associação Portuguesa dos Profissionais da Imagem e da FEP, Federation of European Photographers.

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25 de Setembro – 21h45

Auditório Municipal da Póvoa de Varzim

Teatro no Cinema I: Vénus de Vison, de Roman Polanski (2013)

(em colaboração com o Cineclube Octopus)

Classificação Etária M/12

Sinopse: Uma atriz tenta convencer um encenador de que é a pessoa perfeita para um papel na sua próxima peça.

Link para Trailer

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2 de Outubro – 21h45

Auditório Municipal da Póvoa de Varzim

Teatro no Cinema II*  Ser ou não Ser – de Ernst Lubitsch (1942)

(em colaboração com o Cineclube Octopus)

Classificação Etária – M/12

Sinopse: Segunda Guerra Mundial (1939-1945). Varsóvia, durante a ocupação alemã. O professor Siletsky, um espião ao serviço da Gestapo, está prestes a entregar uma lista com o nome dos colaboradores da Resistência. Joseph Tura, actor polaco, intérprete de Hamlet e esposo de María Tura, também conhecida actriz, tentará evitá-lo. Com a ajuda dos actores da sua companhia, fará-se passar pelo cruel coronel Erhardt e por Siletsky para entrar no quartel general das SS.

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28 e 29 de Setembro**

Workshop de Interpretação
A IDEIA DO ATOR
por Nuno Pino Custódio

**Formação de 10h – domingo das 10h às 12h e das 14h às 19h; segunda das 20h30 às 23h30)

Valor para sócios do Varazim: 35€

Valor para não sócios: 50€

destinatários: todos que desejam aprofundar os seus conhecimentos, sobretudo nas áreas da interpretação, dramaturgia ou encenação

A IDEIA DO ACTOR A partir de quando se está em “situação de actor”? O que é concretamente uma acção? Como distinguir um objectivo e um conflito? Personificar ou despersonalizar? Como abordar a criação sem depender do impulso prévio da escrita? Qual é, na verdade, a ideia, a essência, a necessidade do teatro, numa sociedade hiperconsumista? A partir de práticas, jogos e exercícios, Nuno Pino Custódio procura reenquadrar o trabalho do actor num propósito actual, concreto e pertinente, visando encorajar os participantes a descobrir uma singularidade para o seu percurso: a sua própria sabedoria.

Notas Biográficas do Formador:

Nuno Pino Custódio nasceu em Lisboa, em 1969. Desde praticamente o começo de uma actividade iniciada aos vinte anos, desenvolve e sistematiza uma metodologia de interpretação com máscara, logo que colheu os primeiros ensinamentos com Filipe Crawford, na extinta Meia Preta (1990). Fundou, pouco depois, o Teatro Experimental A Barca, onde pôde, com as suas primeiras encenações e aulas, explorar de forma concreta a relação interdependente entre “ver” e “fazer”, cuja máscara, o seu sistema de interpretação, se constituía, por si só, como um extraordinário formador. Foi também aluno de Ferruccio Soleri (2000) e Mario Gonzalez (2008). O primeiro, trazendo consigo a abordagem estética da *Commedia dell’Arte* reinventada pelo Piccolo Teatro di Milano; o último, fundador da disciplina Masque no Conservatoire National de Paris e ainda pedagogo e teórico. Como encenador, a sua actividade não se dissocia da própria dramaturgia que cria, uma “dramaturgia do ver”, como prefere definir, nem tão-pouco da escrita. Entre o Teatro Experimental A Barca, a Companhia do Chapitô, a FC – Produções Teatrais, o Teatro das Beiras, o Teatro O Bando, o Teatro Meridional, o Teatrão, o Teatro do Montemuro, o Teatro Oficina ou a ESTE – Estação Teatral, conta com mais de quatro dezenas de criações, muitas de sua autoria, outras em regime de co-criação, onde a centralização do trabalho do actor (na perspectiva de uma *representação total*), e a improvisação, como ferramenta de pesquisa e criação, se fundem com o vasto território de uma disciplina com máscara e desenvolvem toda uma intervenção que converge para uma linguagem própria, específica, dita “do teatro”. 

A inquietação que está inata em cada uma das suas encenações ou aulas é a de conseguir expressar o teatro, enquanto arte, como necessidade insubstituível.

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