Joana Soares (atriz, cenógrafa)

Nasce no Porto a 6 de abril de 1977. Depois de muitas indecisões, cursa a Escola Superior de Artes e Design onde se Licencia em Design no ano de 2000.
Faz o último ano do curso no Politecnico di Milano, Facoltá di Architettura, onde faz formação na área da cenografia.471132_3365265298052_923188211_o
Faz Curso Intensivo de Iniciação Teatral, em 1996 com Castro Guedes.
Sendo uma das fundadoras do Varazim Teatro, o seu percurso teatral tem a mesma idade e contornos que o da Associação que ajudou a erguer. Não se assume apenas como atriz, pois é também cenógrafa e figurinista, entre outros afazeres ligados á arte teatral. Realiza como atriz diversos espetáculos e animações e cultiva a arte de contar histórias.
Destacam-se como atriz os seguintes espetáculos: Desimaginação, de António Pedro, encenação de Castro Guedes; À Procura da Lua, criação e encenação de Anabela Garcia; Catástrofe, de Samuel Beckett, encenação Anabela Garcia; Diz Contos, encenação Anabela Garcia; Se não Bigo não Digo, de Patrícia Portela, encenação coletiva; Delfina, de Susana Poujol, encenação Eduardo Faria; Sede, criação e encenação Joana Soares; Metades, criação coletiva, encenação Eduardo Faria.
Em 2007 inicia-se no campo Editorial, coordenando a publicação Sub-Texto. Em 2009 estreia-se na dramaturgia com o texto Sede, que leva a cena.
Acredita na palavra escrita, e na palavra que se diz a um outro que a escuta, e nesse jogo acredita também nos objetos que nascem das histórias e nas histórias que se erguem perante os olhos dos outros.

Sonha que um dia terá uma Fábrica de Fazer Mundos

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